Por Fátima Izaquiel
Como ultimamente o assunto educação está em moda, resolvi compartilhar um pouquinho deste assunto com os interessados no futuro de nosso país, pois precisa-se com urgência chamarmos a atenção da responsabilidade que este tema envolve, é necessário que se entenda, que não só a política de educação do país tem grande responsabilidade e obrigação com a educação da população, como também, os pais, a família, a população como um todo, pois temos que ter a consciência que a primeira educação vem do berço, é nossa base para iniciarmos a compreensão do que este mundo capitalista nos reserva. Estamos vivendo em uma época de transformação imediata, que facilmente nos coloca em situação obsoleta com a informação, então acredito que o papel do educador no século XXI, tenha que acompanhar de forma mais próxima possível o desenvolvimento da tecnologia educacional, visando ao conhecimento contínuo dos educadores, principalmente na área em que atuam, lembrando que o educador universitário, tem que ter a consciência de que estará formando futuros profissionais para o mercado de trabalho. E que estes futuros profissionais, devem ser respeitados como alunos. O que não se pode esquecer, é que hoje colhemos os frutos que foram semeados no século passado; sem aprofundar no assunto, apenas lembrando que o modelo de reforma do Estado proposta pelos defensores do neoliberalismo e do ajuste estrutural imposto ao Brasil pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), como condição para a negociação ou renegociação da dívida e para obtenção de novos empréstimos, gerou parte dos problemas na educação Nacional. Então conseguir uma educação adequada em pleno séc. XXI, no Brasil, ainda é uma realidade de longo alcance, mas não impossível de se conseguir, pois se analisarmos o séc. passado é possível notar a diferença positiva que o ensino superior alcançou. Assim pode-se dizer que a educação universitária brasileira está caminhando rumo ao desenvolvimento; o número crescente de universidades explica este progresso, apesar de algumas unidades não estarem de acordo com as normas do Ministério da Educação e Cultura (MEC), é um indício de que o papel do educador atual está sendo visto com outros olhos, inclusive as autoridades políticas, que neste ano estabeleceram um piso menos vergonhoso para o educador, conquista importante para valorizar e melhorar a qualidade do ensino fundamental, porque jamais poderemos esquecer que para obtermos um bom resultado no ensino superior, é necessária uma boa base desses alunos; fazendo uma analogia: uma casa construída com forte alicerce terá condições de suportar o peso de suas paredes e teto e ainda outros andares acima, já uma casa construída sem alicerce, mal sustentará suas próprias paredes e seu teto, correndo o risco de desabar a qualquer momento. Assim acredito que o aluno, quando com boa fundamentação, terá condições de evoluir e prosperar sem grandes dificuldades, já se não tiver essa base, encontrará sérios obstáculos para se desenvolver e provavelmente não conseguirá concluir o curso universitário com qualidade necessária para o mercado de trabalho.
Concluindo acredito que o papel do educador no século XXI é o de estimular os alunos a desenvolverem suas próprias habilidades e competências e apesar da dificuldade, o educador deve buscar sempre propor os trabalhos em grupo, aplicando dinâmicas que despertem os interesses dos alunos porque através da união, cada membro perceberá qual é o seu forte; além disso, a comunicação entre os alunos ajudará cada um a descobrir-se, e aplicando a filosofia franciscana, o educador com humildade responsabilidade e dedicação conquistará o resultado esperado, um Brasil mais consciente e “educado”.
Concluindo acredito que o papel do educador no século XXI é o de estimular os alunos a desenvolverem suas próprias habilidades e competências e apesar da dificuldade, o educador deve buscar sempre propor os trabalhos em grupo, aplicando dinâmicas que despertem os interesses dos alunos porque através da união, cada membro perceberá qual é o seu forte; além disso, a comunicação entre os alunos ajudará cada um a descobrir-se, e aplicando a filosofia franciscana, o educador com humildade responsabilidade e dedicação conquistará o resultado esperado, um Brasil mais consciente e “educado”.