Universidades federais terão mais 44 mil vagas nos primeiros vestibulares de 2009
Da Redação*Em São Paulo
Atualizado às 15h03
Nos primeiros vestibulares de 2009, as universidades federais vão oferecer mais 44 mil vagas. O aumento da oferta é resultado do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).
Os dados foram divulgados nesta quarta (3) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto.
Segundo Haddad, em comparação a 2003, número de vagas dobrou e foram criadas 12 universidades federais. As regiões que apresentam maior crescimento na oferta de vagas das universidades federais são Nordeste, com aumento de 122% e Sul, com 107%.
O ministro informou ainda que os projetos de mais quatro universidades tramitam no Congresso Nacional, totalizando 59 universidades federais espalhadas por todo o país. Segundo o MEC, três destas universidades estarão em funcionamento no 2º semestre de 2009, enquanto a 4ª será inaugurada no 1º semestre de 2010. Até 2012, o investimento previsto para o Reuni é de R$ 2 bilhões.
Contratação de professoresO Ministério do Planejamento autorizou nesta quarta (3) a contratação de 10.992 docentes e 8.239 técnico-administrativos para as universidades. Eles devem ser contratados de forma escalonada.Em seguida, o Ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou portarias autorizando a contratação de 1 mil docentes, além de 900 pessoas para cargos de direção e 2, 4 mil funcionários para funções gratificadas para atender a reestruturação das universidades e novos campi do Reuni. Com informações da Agência Brasil e da Secretaria de Educação Superior.
Contratação de professoresO Ministério do Planejamento autorizou nesta quarta (3) a contratação de 10.992 docentes e 8.239 técnico-administrativos para as universidades. Eles devem ser contratados de forma escalonada.Em seguida, o Ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou portarias autorizando a contratação de 1 mil docentes, além de 900 pessoas para cargos de direção e 2, 4 mil funcionários para funções gratificadas para atender a reestruturação das universidades e novos campi do Reuni. Com informações da Agência Brasil e da Secretaria de Educação Superior.
OPINIÃO DE NOSSO PRESIDENTE SOBRE ESTE ASSUNTO:
03/09/2008 - 15h24
Durante anúncio de aumento de 44 mil vagas nas federais, Lula critica opositores do ProUni e Reuni
Guilherme BalzaEm São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na tarde desta quarta-feira (3) com reitores de universidades federais do País para anunciar o aumento de vagas de graduação em 2009. Serão mais 44 mil vagas criadas por meio do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
Durante anúncio de aumento de 44 mil vagas nas federais, Lula critica opositores do ProUni e Reuni
Guilherme BalzaEm São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na tarde desta quarta-feira (3) com reitores de universidades federais do País para anunciar o aumento de vagas de graduação em 2009. Serão mais 44 mil vagas criadas por meio do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
No ato solene, após o ministro da Educação Fernando Haddad apresentar os números que supostamente refletem o crescimento das universidades federais, Lula destacou os benefícios que o ProUni trouxe à universidade - sobretudo em razão do incremento de vagas -, rebateu as acusações dos que são contrários à reforma universitária do Governo Federal e, inevitavelmente, falou sobre o pré-sal.
Após saudar os presentes no Salão Leste do Palácio do Planalto, Lula lamentou o fato de apenas uma pequena parcela dos universitários estudarem em faculdades públicas e declarou não conhecer as deficiências que as universidades possuem.
"Não sou da universidade. Não vejo os defeitos, só as virtudes", disse o presidente.
Investimento e não gastoLula ainda afirmou que não há como resolver o problema da educação sem a contratação de profissionais da área de educação e disse que no seu governo "quando o assunto é educação não se fala em gasto, mas em investimento".
Investimento e não gastoLula ainda afirmou que não há como resolver o problema da educação sem a contratação de profissionais da área de educação e disse que no seu governo "quando o assunto é educação não se fala em gasto, mas em investimento".
O Ministério do Planejamento autorizou a abertura de 19.221 vagas para as universidades federais.Lula saiu em defesa do Pro-Uni e do Reuni e dirigiu críticas aos estudantes, funcionários e professores universitários que nos últimos meses ocuparam reitorias das universidades em protesto contra os programas federais para a educação superior."Os falsos esquerdistas, os falsos revolucionários foram para as reitorias.
Em algumas até quebraram vidros e portas. Eles não se contentam em saber que aqueles que nunca tiveram nada, agora têm", acusou.
Dinheiro do pré-sal para educação
O presidente fez diversas referências à cerimônia de extração do primeiro óleo pré-sal, realizada ontem no campo de Jubarte, na bacia de Campos, e reafirmou que os lucros obtidos com o petróleo do pré-sal serão destinados à educação e à diminuição da pobreza no Brasil."Jamais imaginei que pudéssemos retirar petróleo a cinco mil metros de profundidade. Conseguimos isso graças ao investimento em tecnologia e conhecimento. O dinheiro que ganharemos com o pré-sal será utilizado para pagar a dívida que temos com a educação desde o século 20", declarou.
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/09/03/ult105u6913.jhtm
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/09/03/ult105u6913.jhtm
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